O que dizer após o encerramento do 1º turno das eleições em Pelotas. Em relação a última pesquisa eleitoral podemos dizer que não houveram grandes novidades. Com exceção obviamente do candidato Jurandir Silva do PSOL. Esse possuía apenas 2,3% na pesquisa, por conseguinte,nas eleições veio a alcançar a surpreendente marca dos 13,09%. Talvez um desempenho nem tão inesperado para aqueles que acompanharam seu crescimento como candidato nos últimos dias que antecederam a votação. Já Eduardo leite (PSDB) e Fernando Marroni(PT), primeiro e segundo colocados respectivamente, mantiveram os percentuais esperados, ao menos no que se refere à pesquisa eleitoral.
A
esse ponto, cabe uma ressalva, pois se analisarmos o contexto social de
insatisfação da população pelotense com a atual gestão, os percentuais
atingidos pelo candidato tucano são significativos. As greves e os protestos durante
o governo do prefeito Fetter Junior ratificam essa posição. Afinal tivemos
mobilizações em diversas áreas: educação, saúde, segurança, cultura, etc.
Ainda assim, temos um candidato de continuidade de governo com praticamente 40% dos votos nas urnas. Acredito que muitos questionem: À que se deve isso?
Provavelmente, a uma série de elementos. Entre eles podemos destacar um em específico, o marketing. Dele, subdivide-se uma boa fatia do convite a continuidade . A tentativa de desvinculação da imagem do atual prefeito com a de Eduardo Leite parece ter sido bem aceita em alguns segmentos dos eleitores. Há quem ainda considere o candidato uma alternativa a realidade política da Princesa do Sul. É difícil acreditar que isso funcione, no entanto, existem outros elementos de apoio desse marketing poderoso. O nome de sua coligação - Pelotas de Cara Nova - e o slogan - Meu nome é Eduardo mas pode me chamar de mudança - corroboram a tentativa de rotular Leite como algo diferente na política local. Além disso, temos a associação da imagem jovial do candidato como um sinônimo de nova política. A equipe de Eduardo também se esforça ao máximo em associar a sua figura à de Bernardo de Souza (suposto “mito” para muitos na cidade).
Provavelmente, a uma série de elementos. Entre eles podemos destacar um em específico, o marketing. Dele, subdivide-se uma boa fatia do convite a continuidade . A tentativa de desvinculação da imagem do atual prefeito com a de Eduardo Leite parece ter sido bem aceita em alguns segmentos dos eleitores. Há quem ainda considere o candidato uma alternativa a realidade política da Princesa do Sul. É difícil acreditar que isso funcione, no entanto, existem outros elementos de apoio desse marketing poderoso. O nome de sua coligação - Pelotas de Cara Nova - e o slogan - Meu nome é Eduardo mas pode me chamar de mudança - corroboram a tentativa de rotular Leite como algo diferente na política local. Além disso, temos a associação da imagem jovial do candidato como um sinônimo de nova política. A equipe de Eduardo também se esforça ao máximo em associar a sua figura à de Bernardo de Souza (suposto “mito” para muitos na cidade).
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Acredito
que as expectativas de alguns foram frustradas no primeiro turno, contudo,
temos ainda um segundo pela frente. Cabe ao eleitor, dentro das opções
apresentadas, escolher aquela que melhor represente uma MUDANÇA! Não a de discurso,
mas aquela que promova transformações concretas. Trocar de governo ou
permanecer com o mesmo? O que você quer?
Assinado,
Apenas mais um Silva cuja estrela não brilha.
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